Tudo acaba num ponto.
Arrastado por tudo o que se diz
esconde-se no fim que principia
mais palavras esquecidas que existe.
Na sua inexorável complexidade
capta a simples forma de finalizar
um diálogo antes infinito.
Dono de um espaço em branco
eleva-o à sua plenitude
-o ponto-
incapaz de dar ao mundo
novos tufos de liberdade
conjugados entre si.
Um ponto reticente contém mais palavras
que mil mundos de sonhos...