Traçaste-me olhares repetidos de ansiedade diante de um copo de vidro brilhante.
Pareces-me tensa ou apenas alguém que está, como quem pensa na melodia relaxante de um piano conjuntamente com o som do mar bravo com o das gaivotas esfomeadas.
Olhavas para o infinito de águas profundas de sal e com a energia negativa que transmitia perguntaste-me o universal.
A resposta foi intergaláctica não ripostada com tal dimensões.
O som suave de uma bala a trespassar o teu corpo fez-me voar na imaginação como na criatividade abraçando um projecto de vida, o silêncio prolongou-se por horas, às vezes, às vezes é assim quando as palavras nos faltam.