Poemas
No Meu Pe(n)sar

Perscruto o meu ângulo branco,
batalha em forma de alguidar
onde tudo cai esquecido,
folha sem reminiscência de fotossíntese.

À partida consagrada na chegada
deixo o miolo (de mim)
sem centro de massa em rotação
paralela ao meu arrastar
de conjugações penosas.

No meu rir estão as palavras
que prefiro deixar para a minha
avaliação pessoal e crítica
não remota dos vossos outros termos
para senilidade ou aberração racional.

No meu rir escondo os tesouros,
todos roubados a quem me julga
já fora de mim como sempre.

 
DaniD @ 28-07-2007 22:51:24
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