Afoguei os meus sentidos
no mar da tua essência
Deu-se uma ausência de perigos
com a grandeza da tua presença.
Será que és o que procuro?
Aquilo que almejo?
Aquela que numa máquina obturo,
Em quem a esperança, despejo.
Um coração inquieto
Uma alma antagonizada
Um sonho de criança
tomado de longe por perto
Uma magia fantasiada
Como se de um carnaval tratasse
Uma vida apertada
Presa, para que nada se afastasse
Tomar as rédeas da vida
Tomar as rédeas do amor
Rescuscitar aquilo que se finda
O renascer da alegria perdida
Dás-me um sorriso
Retirando-me a lucidez
Um simples suspiro
E perco-me em insensatez
Estará traçado o destino?
Será apenas coicidência...
Que de um tempo pequenino
Nascerá eminência?
Someday...
JFrutuoso
17.Agosto.09