Prosas
Guardiões Invisíveis
Amnésia eterna, que não apagaste puros sentimentos Amor fulminante que me mataste, transformador de carcaças deambulantes entre aqueles que se dizem vivos Recluso de nobres sentimentos cumprindo pena de um choro apagado Banhados de escuridão aqueles que se dizem vivos criadores de masmorras carrascos de anjos caídos Dor intensa que martiriza corações que envelhece almas acorrentadas em falsas brumas da memoria (OJO-Divagações)
 
Alentejo @ 15-09-2019 22:17:23, actualizado a 16-09-2019 0:15:10
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