Poemas
Eminência
Afoguei os meus sentidos

no mar da tua essência

Deu-se uma ausência de perigos

com a grandeza da tua presença.



Será que és o que procuro?

Aquilo que almejo?

Aquela que numa máquina obturo,

Em quem a esperança, despejo.



Um coração inquieto

Uma alma antagonizada

Um sonho de criança

tomado de longe por perto



Uma magia fantasiada

Como se de um carnaval tratasse

Uma vida apertada

Presa, para que nada se afastasse



Tomar as rédeas da vida

Tomar as rédeas do amor

Rescuscitar aquilo que se finda

O renascer da alegria perdida



Dás-me um sorriso

Retirando-me a lucidez

Um simples suspiro

E perco-me em insensatez



Estará traçado o destino?

Será apenas coicidência...

Que de um tempo pequenino

Nascerá eminência?



Someday...



JFrutuoso

17.Agosto.09
 
Dark_Angel @ 17-08-2009 5:37:05
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