Respirando o novo químico fez-me lembrar o passado colectivo da ganância que nos faz xingar, que nos faz querer amar com um simples Olá e um intenso abraçar.
A loucura que este químico provoca não está na sua essência da mente mas sim no nosso quente poder interno de duas metades descritas com cor vermelha, nós pertencemos-lhe, ele não desiste até atingir a caixa quadrada de três dimensões com cento e uma páginas de quatro andares divididos pela ansiedade e pela garra, é isso, é isso!
É garra, é garra que nos faz falta, a mim, a ti, a ele, à nossa equipa à nossa malta, que nas ondas sonoras fazem relembrar todos os meus suspiros, o meu olhar, o meu inspirar, fez relembrar as minhas curvas, os meus pensamentos, as minhas ideias e tormentos, as tretas e as minhas letras criadas pelo abstracto que aprecia um novo nascer do sol que realmente vem a favor da nova constituição aprovada pelas senhoras deputadas hormonas que têm função de nos levar a querer comer umas conas?
Não, pego numas contas e peço a Deus que me livre da tentação, não é traição é atracção!