Poemas
CATALEPSIA
Caio desamparado,
Neste “gulag” tenebroso.
Irmão germinado
De meu cérebro cavernoso

Silencio!

Já não se sente o bater,
A pulsação do meu coração.
Acabou por tudo desaparecer
Quando cai no chão.
Acabou o sofrer…
Acabou a frustração…

Julguei-me morto…

Pensei ter sido consumido,
Agarrado pela morte.
Quando ela me segredou ao ouvido
- Desta tiveste sorte…
 
pseudo-poeta @ 03-11-2011 12:28:11
Comentários
Ainda não existem comentários neste texto. Seja o(a) primeiro(a) a fazer um!