Caio desamparado,
Neste “gulag” tenebroso.
Irmão germinado
De meu cérebro cavernoso
Silencio!
Já não se sente o bater,
A pulsação do meu coração.
Acabou por tudo desaparecer
Quando cai no chão.
Acabou o sofrer…
Acabou a frustração…
Julguei-me morto…
Pensei ter sido consumido,
Agarrado pela morte.
Quando ela me segredou ao ouvido
- Desta tiveste sorte…